29 de abril de 2026

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⏰Descaso em maternidade do Alvorada choca população e expõe crise na saúde do Amazonas

A falta de assistência a uma grávida na Maternidade do Alvorada nesta terça-feira (6), voltou a expor a crise enfrentada pela saúde pública do Amazonas e o descaso do Governo do Estado com a população. O caso gerou revolta e indignação, especialmente por envolver uma unidade que deveria oferecer atendimento humanizado e adequado a gestantes em um momento de extrema vulnerabilidade.

Imagens que circulam na internet mostra uma gestante no banco da maternidade aguardando atendimento enquanto agonizava de dor. Relatos apontam demora no atendimento, ausência de acompanhamento médico adequado e falhas básicas na assistência à paciente, cenário que tem se repetido em maternidades e hospitais da rede estadual. Para familiares e usuários do sistema, a situação reflete o abandono da saúde pública e a falta de gestão do governo comandado por Wilson Lima.

Segundo o depoimento, a gestante passou por ao menos três unidades de saúde: a Maternidade Balbina Mestrinho, a Maternidade Alvorada e a Maternidade do Galileia e, em todas, o atendimento teria sido considerado “péssimo”. A denunciante afirma que as maternidades estavam lotadas, com diversas mães aguardando atendimento, enquanto profissionais informavam a ausência de leitos e de enfermeiros disponíveis. Ainda de acordo com o relato, houve episódios de tratamento desrespeitoso por parte de médicos, que teriam agido com grosseria e falta de empatia diante do sofrimento da paciente.

Críticos classificam Wilson Lima como o pior governador do Brasil, avaliação que ganha força diante dos sucessivos problemas na saúde, segurança e infraestrutura do estado. Mesmo diante desse histórico, o governador articula nos bastidores uma possível candidatura ao Senado, o que tem sido duramente questionado por setores da sociedade civil.

A crise atual também remete ao passado recente e a um dos episódios mais graves da pandemia da Covid-19 no Amazonas: a compra de respiradores por meio de lojas de vinho, negócio que se tornou símbolo nacional de má gestão, suspeitas de irregularidades e desperdício de recursos públicos em um momento em que vidas estavam sendo perdidas diariamente por falta de oxigênio e equipamentos hospitalares.

Para a população, a falta de assistência a uma grávida em uma maternidade pública não é um caso isolado, mas mais um reflexo do colapso estrutural da saúde estadual. Entidades, profissionais da área e familiares de pacientes cobram respostas, investimentos reais e respeito à dignidade humana.

Enquanto isso, o povo do Amazonas segue enfrentando filas, sofrimento e incerteza, em um sistema de saúde marcado por promessas não cumpridas e episódios que permanecem vivos na memória coletiva como símbolos de descaso e irresponsabilidade administrativa.

Veja o vídeo:

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